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Seu Cabelo dos Sonhos: A Ciência por Trás do Brilho, Crescimento e Força dos Fios

Autor: Tomás Savin — Redator de saúde
Revisado por Sérgio Medeiros — Farmacêutico CRF-59232 – Especialista em Farmácia Clínica 
Revisão científica: Editor Científico VivaBemCsaude
Data de publicação: 04/01/2023
Data de revisão: 16/03/2026
Atualizado em:  21/02/2026
Fontes:   PubMed, Nature, ScienceDirect.

Quando o cabelo fala antes de você

Nem sempre inicia com uma queda significativa. Apesar disso, às vezes, é apenas o brilho que se extingue. Ademais, a textura que muda. A perda de força do cabelo ocorre de maneira quase imperceptível.

Os pacientes podem sofrer muito devido às condições que afetam os cabelos. Embora muitas delas não representem um risco médico significativo, os cabelos têm uma importância sociocultural considerável. Em geral, a quantidade de cabelo perdida não está relacionada ao impacto no bem-estar psicossocial, o que torna imprescindível um atendimento individualizado. Por outro lado, as condições capilares estão associadas à saúde mental e, em algumas situações, podem causar efeitos psicológicos significativos.

Estudos indicam que os efeitos psicológicos da perda de cabelo ultrapassam a questão estética, influenciando a autoestima e a qualidade de vida (MOATTARI; JAFFERANY, 2021).

De acordo com Natarelli, Gahoonia e Sivamani (2023), nas publicações na revista Journal of Clinical Medicine publicadas na Pubmed, o cabelo é um tecido altamente sensível às mudanças endógenas. Sob essa perspectiva, este responde rapidamente a alterações hormonais, nutricionais ou inflamatórias. Na realidade, o cabelo não “falha” por conta própria — ele responde ao que está ocorrendo internamente no corpo.

Estrutura e composição química do cabelo: O que a ciência revela sobre fios saudáveis

O cabelo é um material orgânico de conformação fibrosa, produzido pelo folículo capilar e composto por proteínas, lipídios, água e outros componentes em menor proporção, como os pigmentos. Outro ponto importante: as proteínas são o principal componente do cabelo, representando aproximadamente 65 a 95% do seu peso total. Dessa forma, a queratina é o principal componente estrutural do cabelo, sendo uma proteína fibrosa resistente formada principalmente pelos aminoácidos tirosina, glicina e cisteína.

Em contrapartida, a alta concentração de cisteína, um aminoácido com enxofre, causa a criação de ligações dissulfeto entre cadeias de queratina próximas, originando unidades de cistina. A forma, a estrutura e a resistência das fibras capilares são determinadas pela organização em rede da queratina (FERNANDES,  et al., 2023).

Como o cabelo cresce (e por que cai)

O crescimento do cabelo ocorre em etapas bem definidas. Nesse contexto, a fase anágena corresponde ao estágio de crescimento ativo, durante o qual o cabelo é formado no interior do folículo. Ao mesmo tempo, ocorre a fase catágena, que é uma fase de transição com uma atividade reduzida, à qual se segue a fase telógena, um período de repouso que resulta na queda do cabelo.

Por outro lado, em média, cerca de 10% dos fios encontram-se naturalmente nesta fase final. No entanto, fatores como o estresse, alterações hormonais, inflamações, carência de nutrientes, falta de sono e o uso de certos medicamentos podem acelerar esta mudança, provocando um aumento da queda de cabelo.

O desenvolvimento dos cabelos ocorre num ciclo claramente estabelecido:

  • Fase anágena (crescimento);
  • Fase catágena (transição);
  • Fase telógena (queda).

Em condições normais, perdemos entre 50 e 100 fios de cabelo por dia. Ou seja, este número é fisiológico. No entanto, o problema começa quando este equilíbrio é perturbado. De forma simplificada, é possível  que o cabelo não esteja caindo, mas sim crescendo menos.

Genética e hormônios: o papel do DHT

Uma das principais causas da perda de cabelo é a alopecia androgenética. Essa condição está ligada ao hormônio DHT (di-hidrotestosterona), que tem um impacto direto nos folículos capilares.

Como evidenciado em pesquisas publicadas nos Anais Brasileiros de Dermatologia e acessíveis na PubMed, o DHT pode levar a uma diminuição progressiva do tamanho do folículo, resultando na redução da espessura dos fios capilares até a interrupção do seu crescimento. Em resumo, é um processo lento, mas constante.

Estresse e queda de cabelo: Conexão comprovada

O eflúvio telógeno pode ser causado por situações que provocam estresse físico ou emocional. Nesse contexto, vários fios de cabelo entram simultaneamente na fase de queda.

Estudos clínicos sugerem que esse tipo de queda de cabelo costuma ocorrer algumas semanas após o episódio de estresse. O estresse psicológico afeta não só o sistema imunológico, mas também causa inflamação crônica de baixo grau e danos oxidativos na pele.

Pesquisas mostram que o estresse aumenta a quantidade de substâncias inflamatórias no sangue, como interleucina-1 (IL-1), fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e prostaglandinas.  Em alguns casos, esses compostos são responsáveis pela microinflamação ao redor dos folículos capilares.

Esse contexto afeta o funcionamento de estruturas foliculares essenciais, como a papila dérmica e o músculo eretor do pelo, resultando na transição precoce do cabelo da fase anágena (crescimento) para a fase telógena (queda)(MALTA ; CORSO, 2025).

A queda de cabelo é uma queixa comum nos consultórios, manifestando-se de diversas maneiras. Embora, na maioria das vezes, não representem um risco significativo à saúde do paciente, os efeitos psicológicos podem ser altamente prejudiciais (MOATTARI; JAFFERANY, 2021).

Casos comuns:

  • cirurgias;
  • doenças;
  • ansiedade intensa.

O organismo se concentra na preservação da vida —  não na saúde dos cabelos.

Seu cabelo pode envelhecer mais rápido: Veja como aumentar a longevidade capilar

A expressão “longevidade capilar” surgiu recentemente e vem sendo usada para descrever uma visão mais ampla das questões relacionadas ao envelhecimento dos cabelos.

Na maioria dos casos de queda de cabelo, seja por mudanças no folículo ou por danos e quebra dos fios, a ligação com o envelhecimento ao longo dos anos não é evidente. Adicionalmente, o afinamento dos cabelos ao longo dos anos, especialmente entre as mulheres, representa uma preocupação relevante, especialmente para aquelas que preferem não usar medicamentos de forma contínua. Desse modo, as transformações que o cabelo sofre ao longo dos anos, especialmente em mulheres, podem ser compreendidas como parte de um conceito mais amplo, chamado de “longevidade capilar” (WESTGATE et al., 2025).

A exposição ao sol, poluição, produtos químicos, ferramentas e calor são os principais fatores que contribuem para o envelhecimento dos fios de cabelo.

Os novos métodos para controlar as alterações na espessura, tamanho e qualidade do cabelo ao longo dos anos incluem, principalmente, técnicas que integram diversas abordagens, sejam elas: 

  • ingeridas (orais);
  • aplicadas topicamente;
  • injetadas ou ligadas à nutrição.

Isso porque, para preservar a saúde capilar ao longo da vida, é preciso um plano que leve em consideração os vários fatores que podem mudar com a idade e as fases da vida de cada pessoa.

Crescimento capilar começa na nutrição: O que diz a ciência baseada em evidência

Segundo Zhou et al. (2024), uma revisão completa que incluiu uma meta-análise em rede sugere que o consumo de suplementos alimentares pode aumentar a densidade dos fios de cabelo. Adicionalmente, compostos como extratos vegetais, tocotrienóis e óleo de semente de abóbora apresentaram resultados positivos consistentes e ampla aceitação. Contudo, os pesquisadores destacam a necessidade de estudos mais abrangentes e detalhados para confirmar a eficácia ao longo do tempo.

Outra pesquisa, conforme apresentada por Drake et al. (2023) em sua revisão sistemática, indica que a correção de deficiências nutricionais contribui para o aumento da densidade e espessura dos cabelos.

Nutrientes essenciais:

  • ferro → transporte de oxigênio
  • proteínas → estrutura do fio
  • zinco → regeneração celular
  • vitamina D → regulação do ciclo

A queda difusa, por exemplo, está relacionada à deficiência de ferro. Na prática clínica, é uma das primeiras áreas a serem investigadas.

Suplementos ajudam na queda de cabelo? O que estudo da JAMA revela sobre fios saudáveis

Uma publicação da revista JAMA Dermatology indexada na PubMed analisou a relevância dos suplementos alimentares no tratamento da calvície. A análise mencionada incorporou dados de 30 estudos clínicos, abrangendo ensaios controlados. Conforme apontado por Drake et al. (2023), algumas intervenções mostraram potencial benefício, especialmente compostos como ômega 3 e 6, antioxidantes, zinco, tocotrienóis e extratos de plantas utilizados em produtos nutracêuticos para cabelo.

Por outro lado, os métodos baseados apenas na alimentação não forneceram evidências suficientes para serem incorporados ao estudo. Nesse contexto, compostos fermentados e suplementos como a vitamina D3 mostraram resultados limitados ou indícios de baixa eficácia na promoção da recuperação da doença.

De modo geral, os autores notaram que os efeitos colaterais foram pouco frequentes e leves, sugerindo um perfil de segurança positivo. No entanto, os mesmos autores destacam a necessidade de pesquisas mais detalhadas para confirmar a eficácia dessas estratégias a longo prazo.

Estresse oxidativo mitocondrial: o verdadeiro vilão oculto

O processo de envelhecimento dos cabelos não se limita à aparência; ele começa de maneira silenciosa nas células. Em termos simples, o excesso de radicais livres, chamado de estresse oxidativo, pode danificar as estruturas fundamentais do folículo capilar.

Esse fenômeno afeta os melanócitos, células responsáveis pela coloração dos fios, no caso dos cabelos brancos. Nesse contexto, com o avanço do tempo, as alterações no DNA mitocondrial levam à morte dessas células, o que contribui para o aparecimento de cabelos brancos.

Radicais livres: o que está destruindo seu cabelo sem você perceber

Um estudo sobre estresse oxidativo, envelhecimento e doenças capilares foi publicado na revista Cellular Signalling. De acordo com a “teoria do radical livre para o embranquecimento”, o aumento do estresse oxidativo nas células melanocíticas do bulbo capilar causa danos ao DNA mitocondrial, resultando em apoptose e no aparecimento de cabelos brancos. Por outro lado, na alopecia androgenética, a disfunção mitocondrial e a produção elevada de mtROS (espécies reativas de oxigênio) nas células da papila dérmica levam à senescência, à produção de inibidores de crescimento e à diminuição do tamanho dos folículos.

Sob essa perspectiva, na alopecia areata, os radicais livres (ROS) contribuem para a quebra do “privilégio imunológico” dos folículos, promovendo a liberação de ligantes NKG2D e a resposta inflamatória (DEZHAO BI et al., 2025). Nesse cenário, o desequilíbrio celular contribui para a diminuição do crescimento dos fios e sua gradual miniaturização.

Em relação à alopecia androgenética, que é a mais comum, a situação se torna ainda mais complicada: o excesso de radicais livres compromete a função das células localizadas na papila dérmica. Isso acelera o envelhecimento do folículo, reduz seu tamanho e enfraquece gradualmente o crescimento dos cabelos.

Em contrapartida, em condições autoimunes como a alopecia areata, o estresse oxidativo tem a capacidade de prejudicar a defesa natural do folículo e ativar o sistema imunológico contra o cabelo (ZHIYU; LIU, 2023). Quando é submetido a danos oxidativos, o folículo perde sua habilidade de regeneração.  

Resultado:

  • crescimento lento;
  • fios mais finos;
  • queda progressiva.

Glicação Capilar: Como o açúcar afeta seu cabelo

A glicação capilar, um fenômeno que resulta na formação de produtos finais de glicação avançada (AGEs) a partir de proteínas presentes nos fios (como a queratina) e nas estruturas do folículo, vem sendo objeto de estudos. Nesse sentido, essa relação indica uma ligação entre o metabolismo da glicose e os processos de envelhecimento, diabetes, além da saúde dos cabelos e do couro cabeludo (KATO, SAYURI et al., 2025).

O que significa glicação capilar?

As revisões publicadas por periódicos da Nature sugerem que este processo compromete a integridade da fibra capilar.  À luz dessas evidências , a queratina presente nos cabelos sofre um processo de glicação mediado por enzimas, resultando na formação de AGEs (Produtos de Glicação Avançada), entre os quais se encontram CML (Maladaptabilidade Cardiovascular em Lipídios), CEL (Lipídios Enzimáticos Cardiovasculares) e MG-H1 112. Dessa forma, os AGEs se incorporam o fio e acumulam progressivamente com o crescimento do cabelo, indicando uma exposição contínua à glicose e aos metabólitos reativos presentes no sangue e na matriz do folículo capilar (KATO, SAYURI et al., 2025).

 Consequências:

  • rigidez;
  • quebra;
  • opacidade.

Cuidados diários que fazem diferença

A adoção de cuidados diários é fundamental para obter resultados positivos no tratamento. A ideia é simples, mas sua essência é fundamental. Outro aspecto importante,  para evitar o surgimento de problemas indesejados, é fundamental reduzir: 

  • Exposição a fontes de calor intenso ;
  • Restringir o uso de produtos químicos prejudiciais;
  • hidratação → mantém elasticidade;
  • Escolher produtos apropriados e garantir uma higiene adequada.

Por outro lado, realizar, massagens suaves podem contribuir para melhorar a circulação na região. Ademais, são medidas simples, porém com impacto acumulativo.

Manutenção: o básico que ainda funciona

Quando praticados regularmente, os hábitos diários podem ter um grande impacto no bem-estar e na saúde. Todavia, ações simples, frequentemente negligenciadas, contribuem para a preservação da integridade ao longo do tempo. Nesse sentido, em vez de procurar soluções complexas, a consistência em práticas simples assegura resultados duradouros.

  • A realização de cortes regulares permite evitar danos progressivos;
  • Utilização de escovas adequadas permite reduzir a quebra do cabelo;
  • Lavagem correta permite preservar o couro cabeludo.

A finalização com água fria contribui para a selagem da cutícula. Ou seja, simples, e eficaz.

Conclusão

O estudo indica que o cabelo é mais do que uma questão estética, pois reflete diretamente o funcionamento do corpo. Fatores como nutrição, equilíbrio hormonal, estresse, inflamação e até o processamento da glicose impactam de forma interconectada a saúde capilar. Nesse cenário, há evidências de que tratamentos isolados apresentam resultados limitados, ao passo que abordagens que incluem mudanças no estilo de vida, ajustes na alimentação e cuidados regulares proporcionam resultados mais sólidos.

Do ponto de vista clínico, o cabelo atua como um indicador biológico sensível, capaz de identificar alterações metabólicas e inflamatórias antes que outros sinais se manifestem. Assim, as estratégias fundamentadas em evidências, em vez de promessas de resultados instantâneos, representam o método mais seguro para preservar o crescimento, a resistência e a qualidade dos fios ao longo do tempo.

O conteúdo foi desenvolvido a partir de uma revisão da literatura científica mais atual, empregando fontes confiáveis como PubMed, Nature e ScienceDirect. Simultaneamente, um profissional de saúde qualificado revisou o conteúdo, assegurando sua qualidade, exatidão e confiabilidade.

O conteúdo é de natureza informativa e educativa, mas não substitui a avaliação individual realizada por um profissional de saúde.

FAQ — Perguntas Frequentes

P1. Queda de cabelo é normal?

Sim. A perda diária de 50 a 100 fios de cabelo é considerada normal no ciclo capilar. De acordo com Alonso e Fuchs (Journal of Cell Science, 2006), essa atividade faz parte da regeneração natural dos folículos e, por si só, não indica a existência de qualquer doença.

P2. Suplementos realmente funcionam para queda de cabelo?

Podem ser vantajosos, sobretudo quando há deficiência de nutrientes. Uma análise completa conduzida por Drake et al. (JAMA Dermatology, 2023) sugeriu que componentes como zinco, substâncias antioxidantes e ácidos graxos podem contribuir para melhorar a densidade e a espessura dos fios capilares. No entanto, os pesquisadores destacam que as conclusões são variadas e requerem mais estudos a longo prazo.

P3. O microbioma influencia a saúde do cabelo?

Sim. Pesquisas recentes indicam que a saúde do microbioma pode influenciar a condição dos cabelos. De acordo com Liu e Liu (Frontiers in Microbiology, 2023), alterações nos microrganismos estão associadas à alopecia areata e à inflamação do folículo capilar.

P4. Estresse pode causar queda de cabelo?

Sim. O estresse pode causar eflúvio telógeno, resultando em uma queda de cabelo mais acelerada. Conforme Malta Jr. e Corso (Cureus, 2025), essa ocorrência é causada pela inflamação no corpo e alterações hormonais que afetam o ciclo dos cabelos.

P5. O açúcar pode prejudicar o cabelo?

Sim. A formação de produtos de glicação avançada (AGEs) é uma consequência do acúmulo excessivo de glicose, o que pode danificar proteínas como a queratina. Um estudo de Kato e colaboradores (Scientific Reports, 2025) revelou que esses compostos se acumulam nos fios de cabelo e estão associados ao processo de envelhecimento capilar e alterações no metabolismo.

P6. Estresse oxidativo influencia a queda de cabelo?

Sim. O folículo capilar é afetado diretamente pelo estresse oxidativo. De acordo com Bi et al. (Cellular Signalling, 2025), uma alta concentração de radicais livres compromete a atividade mitocondrial, acelera o envelhecimento do folículo e contribui para a miniaturização dos fios.

Referências:

[1]. KATO, Sayuri et al. Non-invasive evaluation of advanced glycation end products in hair as early markers of diabetes and aging. Scientific Reports, v. 15, p. 30232, 2025.  Disponível em: (Nature).

[2]. BI, Dezhao et al. The regulatory mechanisms of mitophagy and oxidative stress in androgenetic alopecia. Cellular Signalling, v. 132, p. 111862, Aug. 2025. Disponível em: (ScienceDirect).

[3]. LIU, Zhiyu; LIU, Xiaoyan. Gut microbiome, metabolome and alopecia areata. Frontiers in Microbiology, v. 14, p. 1281660, 2023. Disponível em: (PubMed). 

[4]. MOATTARI, Cameron R.; JAFFERANY, Mohammad. Psychological aspects of hair disorders: consideration for dermatologists, cosmetologists, aesthetic, and plastic surgeons. Skin Appendage Disorders, v. 8, n. 3, p. 186–194, 2021. Disponível em: (PubMed). 

[5]. ZHOU,  et al. Effects of dietary supplements on androgenetic alopecia: a systematic review and network meta-analysis. Frontiers in Nutrition, v. 12, p. 1719711, 2026. DOI: https://doi.org/10.3389/fnut.2025.1719711. Disponível em: (PubMed).  

[6]. NATARELLI, Nicole; GAHOONIA, Nimrit; SIVAMANI, Raja K. Integrative and mechanistic approach to the hair growth cycle and hair loss. Journal of Clinical Medicine, v. 12, n. 3, p. 893, 2023. Disponível em: (PubMed). 

[7]. RAMOS,  et al. Female-pattern hair loss: therapeutic update. Anais Brasileiros de Dermatologia, v. 98, n. 4, p. 506–519, 2023. Disponível em: (PubMed). 

[8]. MALTA JR., Mauri; CORSO, German. Understanding the association between mental health and hair loss. Cureus, v. 17, n. 5, e84777, 2025. Disponível em: (PubMed).  

[9]. WESTGATE, et al. Hair longevity—evidence for a multifactorial holistic approach to managing hair aging changes. Journal of Clinical Medicine, v. 14, n. 6, p. 1894, 2025.
[10]. FERNANDES, Catarina et al. On hair care physicochemistry: from structure and degradation to novel biobased conditioning agents. Polymers (Basel), v. 15, n. 3, p. 608, 2023.

[11]. DRAKE, Lara; REYES-HADSALL, Sophia; MARTINEZ, Jeremy; HEINRICH, Christina et al. Evaluation of the safety and effectiveness of nutritional supplements for treating hair loss: a systematic review. JAMA Dermatology, v. 159, n. 1, p. 79–86, 2023.

[12]. ALONSO, L.; FUCHS, E. The hair cycle. Journal of Cell Science, 2006. 

[13]. CARRINGTON, A. et al. Microbiome and hair disorders. J Clin Aesthet Dermatology, 2023. 

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