A losartana provoca tosse?

Losartana provoca tosse? Saiba quando isso pode acontecer

Autor: Tomás Savin — Redator de saúde
Revisado por Sérgio Medeiros — Farmacêutico CRF-59232 – Especialista em Farmácia Clínica 
Revisão científica: Editor Científico VivaBemCsaude
Data de publicação: 25/02/2026
Data de revisão: 10/03/2026
Atualizado em:  23 de fevereiro 2026
Fontes: PubMed, MDPI, Revista Brasileira de Hipertensão, Wiley Online Library

A losartana é um remédio amplamente utilizado no tratamento da hipertensão arterial, sendo classificado como bloqueador dos receptores de angiotensina II (BRA). Ela geralmente é uma opção para pacientes com tosse seca quando combinada com outros anti-hipertensivos, como os inibidores da ECA.

Porém, uma dúvida persiste: a losartana pode provocar tosse? Esse questionamento surge porque a tosse seca é um efeito colateral comum de certos medicamentos para pressão arterial. Apesar de ser considerada rara com a losartana, essa possibilidade pode acontecer em alguns pacientes e requer uma avaliação apropriada. Para assegurar um tratamento seguro e eficaz, o acompanhamento médico é essencial.

Como a losartana age no organismo? Entenda seu efeito

A losartana atua no sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA), que é responsável pelo controle da pressão arterial. A renina, produzida nos rins, desencadeia uma série de reações que resultam na criação da angiotensina II, uma substância responsável pela contração dos vasos sanguíneos e aumento da pressão arterial.

A losartana, um bloqueador do receptor de angiotensina II (BRA), atua inibindo a ação da angiotensina II no receptor AT1, o que resulta na diminuição da vasoconstrição, da liberação de aldosterona e da retenção de sódio e água. Assim, contribui para o controle da pressão arterial e proporciona efeitos protetores para o coração e rins.

A losartana, por não afetar a bradicinina, tem uma menor probabilidade de causar tosse seca em comparação com os inibidores da ECA (MULLA, et al., 2026).

Inibidores da ECA causam tosse? Conheça os principais exemplos

Os inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) são medicamentos frequentemente prescritos para tratar hipertensão, insuficiência cardíaca e recuperação pós-infarto do miocárdio, graças aos seus benefícios cardiovasculares comprovados. Embora a maioria dos pacientes tolere bem o tratamento, alguns efeitos colaterais podem levar à sua interrupção. Entre as principais queixas associadas a essa classe está a tosse seca persistente. Uma revisão publicada no Turkish Thoracic Journal (2019), aponta que a tosse provocada pelos IECA é um efeito comum e pode afetar a adesão ao tratamento em alguns pacientes.

  • Benazepril;
  • Captopril;
  • Enalapril;
  • Lisinopril;
  • Ramipril.

Apesar de o risco ser reduzido, a avaliação clínica é fundamental para distinguir a tosse relacionada ao uso de losartana de outras causas respiratórias habituais. Em certos casos, esse efeito pode acontecer e requer uma investigação apropriada, pois cada organismo reage de maneira distinta ao tratamento.

Porém, nem toda tosse que ocorre durante o uso do medicamento está relacionada a ele. Alergias, alterações climáticas, refluxo ou infecções respiratórias também podem ser fatores envolvidos.

Portanto, não é aconselhável descontinuar o uso sem a orientação de um profissional de saúde. O melhor a fazer é consultar um profissional de saúde para determinar a causa e adaptar o tratamento de maneira segura.

Medicamentos para pressão causam tosse? Quem tem mais risco

É importante lembrar que a tosse é um sintoma bastante frequente na população e, por vezes, é complicado associá-la ao uso de um medicamento específico. Algumas orientações podem ser úteis. Em pacientes que não têm histórico familiar de atopia, que não fumam e que não apresentam infecções respiratórias, mas que utilizam IECAs, é necessário considerar a tosse como um possível efeito colateral. Este medicamento deve ser interrompido por 10 dias antes de realizar outras avaliações. Se não houver uma diminuição significativa ou a tosse não desaparecer, é provável que não seja causado pelos IECAs (MAGALHÃES,2020).

Quanto tempo dura a tosse causada por remédios para pressão?

A tosse causada pelos inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) pode ocorrer tanto nas semanas iniciais do tratamento quanto meses depois de começar a usá-los. Conforme uma revisão publicada no Journal of Clinical Hypertension (2023), os sintomas geralmente desaparecem de 1 a 4 semanas após a interrupção do medicamento, embora alguns pacientes relatem uma melhora mais rápida. Além disso, o estudo indica que a troca de um IECA por outro raramente soluciona a questão, uma vez que a tosse é um efeito colateral típico dessa classe de medicamentos.

Quando a tosse está associada ao uso de um IECA, os sintomas costumam melhorar após a interrupção do medicamento. Conforme a mesma revisão, a resolução geralmente ocorre em um a quatro semanas, embora alguns pacientes melhorem em poucos dias ou possam continuar com tosse por um período mais longo. Ademais, as evidências sugerem que trocar um IECA por outro raramente resolve a questão, uma vez que esse efeito colateral é típico dessa classe de medicamentos.

Essas propriedades ajudam a entender por que a losartana, da classe dos bloqueadores dos receptores de angiotensina II (BRAs), é frequentemente vista como uma opção para pacientes que apresentaram tosse com os IECA.

Ainda assim, há pessoas que relatam tosse ao usar losartana, o que demanda uma investigação para determinar se o sintoma está de fato ligado ao medicamento ou se tem outra origem clínica. 

Losartana causa tosse? Entenda por que ela é diferente dos IECA 

A dúvida sobre se a losartana provoca tosse vem da combinação de informações sobre dois tipos diferentes de medicamentos para pressão alta. Para esclarecer, é essencial destacar que a losartana pertence à categoria dos Bloqueadores dos Receptores de Angiotensina (BRA), enquanto medicamentos como captopril e enalapril pertencem aos Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (IECA). A questão principal é que cada uma dessas categorias tem um efeito bastante distinto no corpo.

Os inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) podem provocar tosse seca e contínua, um dos efeitos colaterais mais frequentemente associados a essa classe de medicamentos. Pesquisas sugerem que esse sintoma pode afetar de 5% a 35% dos pacientes, variando conforme a população estudada e o medicamento empregado. A principal razão é que os IECA diminuem a degradação da bradicinina e da substância P, resultando no acúmulo dessas substâncias nas vias respiratórias. Esse processo pode provocar irritação nas terminações nervosas da garganta e dos pulmões, levando à tosse.

Por outro lado, a losartana funciona de forma diferente no corpo e, por isso, raramente causa esse problema. A taxa de tosse associada aos bloqueadores dos receptores da angiotensina (BRA) fica entre 1,5% e 3%, um número bem próximo ao do placebo. Por isso, é comum que médicos troquem o IECA pela losartana em pacientes que apresentam tosse. Contudo, em casos raros, pessoas que já tiveram tosse com IECA também podem sentir esse sintoma ao usar a losartana (HU, Yiyun et al., 2023). 

Tosse ao tomar losartana? Saiba o que fazer

Caso desenvolva tosse seca após começar a usar a losartana, não suspenda o tratamento por conta própria. Apesar de ser raro, esse efeito pode ter várias causas e deve ser examinado pelo médico. A interrupção do tratamento sem orientação médica pode afetar o controle da pressão arterial e elevar o risco de complicações, como AVC e infarto.

Durante a consulta, o médico avaliará se a tosse está ligada ao medicamento ou a outra condição. Em certas situações, pode ser recomendada a interrupção temporária da losartana para monitorar a progressão dos sintomas. Quando a tosse está ligada ao tratamento, costuma melhorar em poucos dias, porém pode demorar até quatro semanas para desaparecer completamente.

Ao mesmo tempo, manter-se bem hidratado e usar um umidificador de ambiente podem contribuir para aliviar o desconforto. Se necessário, o médico pode prescrever um anti-hipertensivo diferente que se adeque melhor ao seu perfil.

Efeitos colaterais da losartana: Quando é preciso procurar ajuda?

Ao utilizar losartana, deve-se estar atento de que, além de tosse, outros efeitos colaterais mais comuns podem aparecer como, tonturas e fadiga são queixas comuns, especialmente nas primeiras fases do tratamento. Você já sentiu a cabeça rodar ao levantar-se? Isso pode ocorrer devido à diminuição da pressão arterial enquanto o corpo se adapta. Cerca de 5% dos que usam losartana sentem essa queda de pressão.

Outro ponto que requer atenção é o aumento do potássio no sangue, chamado hipercalemia. Acredita-se que até 10% dos pacientes enfrentem esse efeito, que pode ser sutil: muitos não notam nada, mas níveis altos podem causar arritmias cardíacas graves. Por isso, é essencial fazer exames de sangue regularmente durante o tratamento.

Mas quando é necessário procurar ajuda rapidamente? Se você observar inchaço no rosto, lábios ou garganta, dificuldade para respirar, dor intensa no peito ou uma queda rápida na quantidade de urina, acompanhada de inchaço nas pernas, não hesite: dirija-se ao pronto-socorro ou contate o Samu (192), em caso de outros países contate o serviço de emergência disponível no local. Estes sinais podem ser indícios de reações alérgicas graves ou problemas nos rins, os quais precisam de atenção imediata. Embora a losartana seja considerada segura, alguns efeitos adversos podem ocorrer como: 

  •  Sensação de instabilidade;
  • Diminuição da pressão arterial (especialmente após perda significativa de fluidos, como em pacientes com problemas cardíacos graves ou em uso de diuréticos potentes);
  • Efeitos posturais ligados à dose, como a queda brusca de pressão ao se levantar;
  • Fraqueza;
  • Fadiga;
  • Dor nas costas;
  • Cansaço e momentos de diarreia.

Em quais momentos é recomendável procurar atendimento médico?

Procure orientação  e consulte um especialista se você tiver:

  • Desmaios ou tontura intensa;
  • Inchaço no rosto ou dificuldades para respirar;
  • Fraqueza muscular severa;
  • Tosse persistente sem explicação.

É importante lembrar que a losartana protege os rins em pacientes com diabetes tipo 2, mas exige monitoramento constante. Para tomar decisões informadas sobre seu tratamento, é importante que você conheça os pontos principais sobre a losartana e a tosse:

• É comum que indivíduos hipertensos fiquem ansiosos, mas a tosse é um efeito colateral raro da losartana. Ao contrário dos IECA, esse sintoma afeta apenas aproximadamente 1,5% a 3% dos usuários.

Está com uma tosse persistente desde que começou a usar o medicamento? Caso afirmativo, seria aconselhável consultar um médico para verificar se há alguma relação entre os dois.

Suspender o uso de losartana por conta própria pode ser arriscado, pois pode elevar a pressão arterial e aumentar o risco de derrame ou infarto.

Se houver inchaço no rosto, dificuldade para respirar ou suspeita de alergia, busque atendimento médico imediatamente.

Losartana: Interações medicamentosas importantes que você precisa conhecer

A losartana é frequentemente prescrita  para tratar hipertensão, insuficiência cardíaca e proteger os rins de pacientes diabéticos. Apesar de considerada segura, algumas combinações com outros medicamentos podem interferir em seu funcionamento ou aumentar o risco de complicações. Ou seja, compreender como essas interações afetam reciprocamente é fundamental para evitar complicações durante o tratamento.

É imprescindível ter cautela ao combinar losartana potássica com diclofenaco sódico, uma vez que essa associação pode potencializar o risco de complicações renais e desequilíbrios eletrolíticos.

Os dados referentes à interação são apresentados a seguir

A utilização concomitante de losartana e diclofenaco ou outros (Anti-inflamatórios (AINEs), sobretudo pode resultar em um aumento do risco de eventos adversos, incluindo: 

  •  insuficiência renal aguda;
  •  hipercalemia, caracterizada pelo aumento dos níveis de potássio no sangue, ou seja, constitui um distúrbio metabólico que requer atenção médica imediata;
  • diminuição do efeito de redução da pressão é um dos principais fatores a serem considerados;
  • aumento da pressão arterial.

A referida interação constitui um fator de maior preocupação no que diz respeito a pessoas idosas, desidratadas ou acometidas por disfunções renais.

Outros medicamentos para pressão arterial

Exemplos: Atualmente, observa-se que a associação entre BRA e IECA não é amplamente utilizada.

  • Enalapril;

  • Captopril;

  • Alisquireno.

Podem causar:

  • A insuficiência renal pode ser classificada em leve, moderada ou grave, de acordo com o risco e a gravidade associados. 
  • A combinação de captopril e losartana pode resultar em um quadro de hipotensão grave, queda brusca dos dos níveis de pressão arterial e aumento dos níveis de potássio no sangue.

Ou seja, a utilização de vários agentes que impactam o sistema renina-angiotensina pode levar a uma toxicidade aditiva, devido à sobreposição dos perfis de efeitos colaterais.

A seguir, é apresentada uma descrição detalhada do tema

O uso de múltiplos agentes que afetam o sistema renina-angiotensina pode resultar em toxicidade aditiva, devido à sobreposição dos perfis de efeitos adversos. De acordo com o exposto, é provável que os efeitos adversos sinérgicos apresentem consistência com o perfil de efeitos adversos dos fármacos individuais envolvidos na interação. Ademais, é possível que tais efeitos incluam um aumento na incidência e/ou gravidade de hipotensão, hipercalemia e insuficiência renal aguda

Interação Losartana e Lítio: Riscos e Orientações de Uso

Interação medicamentosa entre losartana + lítio, causa interação Grave – Use uma alternativa. A losartana aumenta a toxicidade do lítio ao diminuir a sua eliminação renal. Evite ou utilize um medicamento alternativo. A administração concomitante de antagonistas dos receptores da angiotensina com lítio pode causar aumento das concentrações séricas de lítio e potencial toxicidade devido à sua ação nos rins. Portanto, pequenas alterações nos níveis de lítio devido ao uso concomitante de antagonistas dos receptores da angiotensina podem precipitar sintomas de toxicidade, como sonolência, vômitos e ataxia.

Valproato de Sódio e Losartana: Riscos e Precauções quando usados simultaneamente

A associação de valproato de sódio com losartana potássica indica um grau de risco moderado. O ácido valpróico pode atrasar a metabolização da losartana pelo corpo. Em outras palavras, o valproato de sódio atua como um inibidor do CYP2C9, enquanto a losartana potássica é metabolizada pelo CYP2C9. Assim, a administração conjunta pode elevar os níveis de losartana no sangue, o que intensifica a probabilidade e a severidade dos efeitos colaterais.

Existem medicamentos diuréticos que auxiliam o organismo na manutenção do potássio

A seguir, são apresentados alguns exemplos:

  • Espironolactona;
  • Amilorida.

O principal perigo é caracterizado por:

  • A hipercalemia, caracterizada pelo excesso de potássio, é uma condição que requer atenção.

Seguem sugestões de possíveis sinais:

  • Músculos fracos;
  • Distúrbios do ritmo cardíaco;
  • A sensação descrita assemelha-se a um formigamento.

Interação Losartana e Suplementos de Potássio: Riscos e Cuidados

Em contraste, a losartana, por sua vez, geralmente promove um leve aumento no nível de potássio. Recomenda-se evitar a combinação com:

  • suplementos de potássio

Importante – Preste atenção! Sais de potássio + Losartana: Podem elevar a pressão arterial. Os níveis de potássio no sangue podem ser alterados, por isso, use-os juntos com precaução e atenção. Os efeitos dos BRA (bloqueadores dos receptores da angiotensina II) no aumento do potássio podem ser potencializados pelos suplementos de potássio. Isso pode acontecer porque os BRA podem diminuir os níveis de aldosterona. O sal dietético, caracterizado por seu elevado teor de potássio, é um composto que tem despertado interesse em estudos recentes. Dessa forma, o risco de desenvolver hipercalemia grave é aumentado.

FAQ — Perguntas Frequentes sobre  losartana

P1. A losartana causa tosse seca, como outros medicamentos para hipertensão?

Estudos indicam que a losartana raramente causa a tosse.

Sendo um BRAs (Bloqueador do Receptor de Angiotensina), apenas 1,5% a 3% das pessoas apresentam esse sintoma, o que é semelhante ao efeito placebo.

A confusão acontece porque outros remédios para pressão, como captopril e enalapril (IECAs), provocam tosse seca em 5% a 35% dos pacientes. A losartana foi desenvolvida para evitar esse efeito colateral.

P2. Comecei a ter tosse depois de usar a losartana. O que devo fazer?

Nunca interrompa o uso do medicamento sem orientação, pois isso pode levar a elevações da pressão arterial, derrames ou infartos.

É essencial consultar o médico que receitou a losartana para entender se a tosse é um efeito do medicamento ou outra questão. Enquanto isso, utilizar um umidificador, ingerir bastante água e chupar pastilhas para a tosse pode ajudar a aliviar o incômodo.

P3. Quais são os efeitos colaterais mais frequentes da losartana?

Uma pesquisa de Mulla, Patel e Siddiqui, de 2024, analisa o uso do losartana, apontando suas indicações, efeitos adversos e recomendações para seu uso seguro.

Portanto, os efeitos colaterais mais comuns são tontura e cansaço, anemia que costumam afetar cerca de 5% dos pacientes, especialmente no início do tratamento. Outro efeito relevante é a elevação dos níveis de potássio no sangue (hipercalemia), que pode ocorrer em até 10% dos usuários. Por essa razão, é fundamental realizar exames de sangue regulares durante o tratamento para monitorar a situação.

P4. Quando devo procurar um médico urgentemente enquanto uso losartana?

Dirija-se ao hospital ou contate o Samu (192), ou outros serviços de emergência da sua localidade imediatamente se perceber inchaço no rosto, lábios ou garganta, dificuldade para respirar, dor intensa no peito ou redução súbita da urina com inchaço nas pernas.

Esses sintomas podem ser sinais de reações alérgicas graves ou complicações renais que demandam atenção imediata.

P5. A losartana é prejudicial aos rins?

Ao contrário, a losartana proporciona proteção renal em pacientes com diabetes tipo 2, conforme evidenciado no estudo de Brenner et al. (2001).

Contudo, a utilização do medicamento exige monitoramento constante por meio de análises sanguíneas para avaliar a função renal e os níveis de potássio. Sob a supervisão médica apropriada, a losartana é segura e proporciona vantagens para a saúde renal.

Conclusão

Compreenda que a losartana raramente provoca tosse, ao contrário dos IECAs, que são famosos por esse efeito colateral. Apesar da confusão, a verdade é evidente. Caso você experimente uma tosse persistente ao usar losartana, não suspenda o uso do medicamento sem consultar seu médico. Ele pode ajudá-lo a descobrir a melhor opção. É importante lembrar que controlar a pressão é essencial para a sua saúde, e vale a pena encontrar o remédio que seja mais adequado para você.

Referências:

MULLA, Sana et al. Losartan. StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing, 2024. Disponível em: Acesso em: 16 jul. 2026. Disponível em: (PubMed). 

YILMAZ, İnsu. Angiotensin-converting enzyme inhibitors induce cough. Turkish Thoracic Journal, [S. l.], v. 20, n. 1, p. 36-42, 2019. DOI: 10.5152/TurkThoracJ.2018.18014. Disponível em: (PubMed).  

MANOHARAN, Sivananthan. Is it still relevant to discover new ACE inhibitors from natural products? YES, but only with comprehensive approaches to address the patients’ real problems: chronic dry cough and angioedema. Molecules, Basel, v. 28, n. 11, art. 4532, 2023. Disponível em: (MDPI). 

HU, Yiyun et al. Angiotensin-converting enzyme inhibitor induced cough compared with placebo, and other antihypertensives: a systematic review and network meta-analysis. The Journal of Clinical Hypertension, v. 25, n. 8, p. 661-688, 2023. DOI: 10.1111/jch.14695. Disponível em: (Wiley Online Library). 

MAGALHÃES, Lucélia. A tosse dos IECAs é realmente um fator limitante. Revista Brasileira de Hipertensão, v. 27, n. 3, p. 94-97, 2020.

Gromotowicz-Poplawska A, Szoka P, Kolodziejczyk P, Kramkowski K, Wojewodzka-Zelezniakowicz M, Chabielska E: Novos agentes modulando o sistema renina-angiotensina-aldosterona – Haverá uma nova opção terapêutica? Exp Biol Med (Maywood). Novembro de 2016;241(17):1888-1899. doi: 10.1177/1535370216660211. Epub 2016, 19 de julho. 

 

 

Sobre o Autor

0 Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *